JusTerminal
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Sobre o JusTerminal

O JusCVM agora se chama JusTerminal. Mesmo site, mesmo acervo, mesma pessoa por trás — mudaram o nome e o endereço, de juscvm.com.br para justerminal.com.br. Os links antigos continuam valendo: quem chega por um deles vai parar na mesma página, no endereço novo. O nome mudou porque o acervo deixou de ser só da CVM: hoje tem também o CRSFN e o CADE.

O JusTerminal reúne num só lugar a jurisprudência da CVM, do CRSFN e do CADE e deixa você procurar dentro do texto inteiro das decisões — incluindo os votos, que é onde costuma estar o fundamento que interessa. É de graça, não pede cadastro e não tem publicidade.

1 O que tem aqui dentro

CVM — 16.280 julgados De 1978 a 2026. Decisões do Colegiado (8.146), recursos (5.098), sancionadores (1.303), termos de compromisso (1.232), consultas (373) e termos de acusação (128). O texto integral dos PDFs e dos votos dos diretores está indexado.
CRSFN — 11.993 documentos (experimental) De 1996 a 2026, sendo 11.864 com número de acórdão identificado. Origem no Banco Central, na CVM, no COAF, na SUSEP e na PREVIC. Também em texto integral — mas confira sempre no acórdão oficial: veja a ressalva abaixo.
CADE — 25.018 documentos (experimental) De 1994 a 2026, em texto integral. Votos do Tribunal, pareceres e notas técnicas da Superintendência-Geral, pareceres da ProCADE, da SEAE e da SDE. Atos de concentração, cartel, conduta unilateral, TCCs e leniência. São quatro procedências, e o filtro Acervo deixa ficar com uma: 12.524 documentos da Pesquisa de Jurisprudência oficial (2009 em diante), 6.224 peças de 1995 a 2007 recuperadas do site antigo do CADE, 1.466 pareceres da SDE/MJ e da SEAE/MF (até 2012) e 4.804 registros de julgamento tirados de atas de sessão. 524 passaram por OCR. Veja a ressalva abaixo — o acervo é de documentos, não de processos.

Os dados vêm dos repositórios oficiais — Portal da CVM, repositório do Banco Central e portal do Ministério da Fazenda. Para citar, use sempre o documento oficial: o JusTerminal serve para achar, não para substituir a fonte.

O CRSFN está em fase experimental. Os acórdãos do Conselho vêm de PDFs de qualidade muito desigual — alguns são digitalizações antigas — e a leitura automática acerta bem, mas não sempre. Metadados como o relator só puderam ser extraídos em parte dos documentos. A base da CVM é bem mais madura. Use o CRSFN para encontrar o acórdão e leia o original antes de citar.

O CADE é um acervo de documentos, não de processos. O mesmo caso aparece mais de uma vez: como nota técnica e parecer da Superintendência-Geral, que instruem, e como voto do Conselheiro-Relator, que decide. Cada resultado traz o tipo do documento e o nº SEI para você distinguir, e o filtro Órgão separa Tribunal de Superintendência-Geral. Um parecer da SG não é decisão do Tribunal — repare nisso antes de citar. Além disso, só 20,3% dos documentos têm ementa oficial do CADE; nos demais o que aparece no lugar dela é a descrição do caso, e a exportação traz uma coluna dizendo qual é qual.

O acervo do CADE tem quatro procedências, e elas não provam a mesma coisa. A Pesquisa de Jurisprudência oficial só indexa o que nasceu no SEI: antes de 2009 ela tem dezessete documentos. O resto foi recuperado. O filtro Acervo separa as quatro e o card marca qual você está lendo.

SEI 2009 em diante
Texto oficial da busca do CADE: nota técnica e parecer da Superintendência-Geral, voto e acórdão do Tribunal.
Histórico 1995–2007
Peças do site que o CADE desativou, guardadas pelo Internet Archive. Parte é digitalização lida por OCR — o card marca quais, e OCR troca letra: confira a transcrição no PDF.
Parecer SDE/SEAE até 2012 · 1.466 peças
Até maio de 2012 quem instruía ato de concentração não era o CADE: era a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, com o parecer econômico da SEAE. É neles que está a definição do mercado relevante dos casos antigos. Recomendação, não decisão — o resultado aparece como “Parecer pela aprovação”, nunca como aprovação.
Registro de julgamento ata de sessão · 4.804 casos
Entre 2009 e 2014 o CADE julgou normalmente, mas deixou de publicar o voto. Publicou a ata de cada sessão, que é documento oficial e traz processo, partes, relator e o que o Plenário decidiu; 1.736 vêm com ementa e acórdão, dos Relatórios de Julgados. Diz que houve decisão, não qual foi a fundamentação — quando a ata diz apenas “nos termos do voto do Relator”, é isso que o site mostra.

O que ainda falta: o voto e o acórdão de 2009 a 2014. São 4.217 documentos desse intervalo, quase todos registros e pareceres. A íntegra não foi publicada em lugar nenhum — o compêndio anual do CADE perdeu a ementa a partir do exercício de 2009 e a consulta processual do SEI exige CAPTCHA. O site diz qual é o caso, quem relatou e em que sessão foi julgado; a íntegra tem de ser pedida ao CADE.

2 Novidades da versão 2.7

2.1 Novidades da versão 2.6

2.2 Novidades da versão 2.5

2.3 Novidades da versão 2.0

3 Como o projeto chegou aqui

4 Quem faz

O JusTerminal é feito por Miguel Barroso, estudante de Direito da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). É um projeto pessoal e independente, elaborado com o Claude Code.

Achou um erro, uma decisão faltando ou um resultado estranho? Escreva — é assim que o acervo melhora.

O JusTerminal é uma ferramenta independente, sem qualquer vínculo com a CVM, com o CRSFN ou com o Banco Central, e não é consultoria jurídica. Nenhuma resposta daqui — nem a da busca com IA — substitui a leitura da decisão original nem a orientação de um advogado.

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